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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Renove a Sua Mente Diante de Deus


Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Romanos 12:1).
O que é este “culto racional,” que é traduzido como um “ato espiritual de adoração” na Nova Versão Internacional (NVI), que nós devemos prestar a Deus? Apresentar um culto racional a Deus significa oferecer os nossos corpos a Ele para fazer a Sua justa obra. Como fomos salvos, nós precisamos apresentar nossos corpos e sermos aceitos por Deus para espalhar o justo evangelho. O culto racional que nós devemos dar a Deus é separar os nossos corpos em santidade para oferecermos a Ele.

No capítulo 12, Paulo fala sobre o que é o nosso serviço espiritual. Não é se conformando com este mundo, mas sendo transformados pela renovação das nossas mentes, que nós poderemos provar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
O culto racional é dedicar todos os nossos corpos e corações a Deus. Como, então, os justos podem viver essa vida diante de Deus? Paulo diz que nós não devemos nos conformar com este mundo, mas sermos transformados pela renovação das nossas mentes, e que devemos oferecer os nossos corpos para as justas obras de Deus. Crer na justiça de Deus, oferecendo os nossos corações e corpos, é também um culto racional para Deus.
Esta passagem é muito importante porque ela nos fala que nós não devemos nos conformar com este mundo e, em vez disso, devemos servir à obra de Deus e sermos transformados pela renovação das nossas mentes.
Nós não podemos prestar adoração espiritual sem primeiro renovar os nossos corações. Mesmo os justos não podem dar seus corpos e corações para Deus se eles pararem de crer na Sua justiça.
Nós podemos ser influenciados por esta geração, e o mesmo aconteceu na geração de Paulo. Porque nós vivemos no meio da corrente da geração pecaminosa, se não tivéssemos crido na justiça de Deus nós inevitavelmente teríamos seguido o caminho desta época. Mesmo os justificados que crêem na justiça de Deus não podem evitar inteiramente a influência desta corrente secular, pois eles vivem suas vidas com as pessoas mundanas. É por isso que a Bíblia nos fala para não nos conformarmos com este mundo.

Como, então, os justos podem oferecer um culto racional, um sacrifício santo para Deus com seus corações e corpos, enquanto são expostos a este mundo? Isso só é possível pela crença no evangelho da água e do Espírito que renova a nossa mente incessantemente. Os justos podem conhecer e seguir a boa e perfeita vontade de Deus quando renovam as suas mentes e são transformados pela Sua justiça.

Paulo não está dizendo isso por causa da sua ignorância dos assuntos mundanos, nem está dando lições espirituais para os crentes dizendo, “sejam bons”, enquanto permanecem ignorantes sobre suas circunstâncias e habilidades. A razão pela qual Paulo está encorajando-nos para renovar nossos corações para servir a Deus é porque ele sabia muito bem que os crentes também podem ser arrastados pelos caminhos deste mundo.
Nascidos de novo ou não, os corpos físicos não são muito diferentes um do outro. Mas há uma grande diferença entre aqueles que são nascidos de novo e aqueles que não são – é a fé na justiça de Deus. Somente os justos podem seguir ao Senhor pela incessante renovação das suas mentes enquanto crêem no evangelho da água e do Espírito.

O que, então, pode renovar nossos corações? A fé na Palavra do evangelho, que proclama a nossa completa libertação dos pecados, é o que renova os nossos corações. O Senhor perdoou todos os pecados que cometemos com os nossos corpos e mente em nossas fraquezas e infirmezas da carne. As mentes dos justos podem ser renovadas porque o nosso Senhor perdoou todos os pecados do mundo com o Seu batismo e Seu sangue na Cruz. Nossas mentes, em outras palavras, foram renovadas porque cremos na justiça de Deus.

Agora, nós precisamos ter um entendimento correto do que fazemos diante de Deus. Devemos discernir qual é a Sua perfeita vontade, o que Ele quer de nós, qual missão Ele quer nos dar e o que os justos nascidos de novo devem fazer. Nós devemos renovar os nossos corações nestas áreas e servi-Lo. A vontade de Deus é que ofereçamos os nossos corpos e mentes, dedicando-nos como sacrifícios santos para Ele. Nós podemos nos oferecer como sacrifícios a Ele quando renovamos as nossas mentes. O renovar das nossas mentes vem da crença de que Deus levou todos os nossos pecados.
Há uma diferença entre aqueles que são nascidos de novo e aqueles que não são. Apenas os justos podem renovar suas mentes pela crença na justiça de Deus. Nós, os justos, podemos sempre fazer as coisas que agradam a Deus pela fé, limpando e renovando os nossos corações, e negando os desejos mundanos da carne. Os justos são diferentes dos pecadores porque eles podem renovar seus corações e sempre servir e andar com o Senhor.






quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Mudando o nosso caráter


Porque és povo santo ao Senhor teu Deus, e o Senhor te escolheu para lhe seres o seu próprio povo, acima de todos os povos que há sobre a face da terra. Dt 14:2

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Um mal chamado depressão


A depressão é conhecida como a doença do século. Milhares de pessoas em todo o mundo são acometidas desta enfermidade. Muitos são os motivos que levam uma pessoa à depressão, algumas caem pela perda de alguém, pela perda de um emprego ou aposentadoria, ou ainda por alguma briga mais séria. Cada um de nós tem um perfil emocional e alguns estão mais suscetíveis a terem depressão.
Mas por que a doença do século? Vivemos o tempo do descartável. As pessoas são vistas como objetos, as relações estão cada vez menos sadias. Há um vazio no coração da humanidade hoje como em nenhum tempo.
A depressão é caracterizada por uma tristeza profunda com duração de no mínimo duas semanas, que leva a pessoa a perder a motivação pela vida, muitas vezes perder o apetite ou passar a comer impulsivamente, ganhando ou perdendo peso. O sono fica comprometido por insônia ou hipersonia. A fadiga constante é uma marca na fala da pessoa depressiva. Pensamentos de morte, medo do futuro, potencialização dos problemas e constantes crises de choro, tornam-se companhias da pessoa em estado de depressão.
Devemos lembrar que não há impossíveis para Deus. Ele certamente não deseja que fiquemos enterrados em nenhuma tristeza. A alegria do Senhor é a nossa força (Neemias 8:10) . O vazio que alguns carregam dentro de si é do tamanho exato do amor de Deus. Seja qual for o problema enfrentado, o renovo profundo e verdadeiro vem do Senhor. Ele quer nos curar, nos restaurar e tem planos maravilhosos para nós.
Se hoje temos vida é porque o Senhor ainda tem muito a cumprir em nossas vidas e através delas. Estar em depressão nos faz perder o foco e nos impede de caminhar para o Alvo que é Jesus.
Ministério Edificando Um Novo Lar

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vencendo o Desânimo


Que contraste! Em 1 Reis 18, Elias era forte e corajoso. Logo no próximo capítulo ele entrou em pânico e fugiu para salvar sua vida. O que acontecia? O que enfraquecia este grande profeta e fazia com que ele esquecesse seu dever? Era o desencorajamento que fazia Elias cair. Precisamos tomar cuidado porque o desânimo pode incapacitar nossa vida espiritual também.

O contexto da vitória de Elias no capítulo 18 é impressionante. A idolatria, especialmente a adoração de Baal, dominava o país de Israel. O rei e a rainha desta nação, Acabe e Jezabel, eram totalmente corruptos. Neste ambiente espiritual desanimador, a voz solitária de Elias soava em oposição. Ele lançou um desafio aos falsos profetas para disputarem para ver quem era o Deus verdadeiro. A competição seria simples: seriam preparados sacrifícios no altar e o deus que respondesse com fogo do céu para queimar o animal seria o vencedor. Os resultados foram inconfundíveis. Os idólatras clamaram a Baal desde a manhã até o meio da tarde, mas não houve resposta. Em contraste, Elias cavou uma valeta em volta do seu sacrifício, molhou o animal com doze baldes de água até o ponto em que a valeta ficou cheia e então, calmamente pediu ao Senhor que o consumisse. O fogo de Deus não somente queimou o boi, mas também as pedras do altar, a água da valeta e até a terra em volta dele. Esta demonstração dramática convenceu o pov, e os falsos profetas foram executados.

Imediatamente após, Elias partiu para o palácio em Jezreel, onde Jezabel mandou dizer que planejava matá-lo no dia seguinte. Desanimado, Elias fugiu. Ele disse ao Senhor que queria morrer e então fugiu durante quarenta dias e noites. O desânimo nem sempre é pecaminoso, mas leva ao pecado freqüentemente. Neste caso, a depressão do profeta levou-o a esquecer seu posto de serviço, fraquejar em sua fé em Deus e, finalmente, tornar-se egoísta. Ele se queixou que era o único restante que servia ao Senhor fielmente. A vida de Elias, então, oferece um modelo útil para estudar o desencorajamento, o que o causa e como vencê-lo.

Causas

Ironicamente, um dos principais fatores que produziam o desânimo de Elias era a grande vitória que ele conseguira no Monte Carmelo contra os falsos profetas. Vitórias espirituais decisivas são momentos especialmente vulneráveis; somos mais suscetíveis nesses momentos tanto ao orgulho como ao desencorajamento. Neste caso, sem dúvida, Elias previu um reavivamento avassalador. Talvez ele esperasse que Acabe e Jezabel de

algum modo conduzissem a nação inteira ao arrependimento. Assim, o desafio continuado de Jezabel foi uma decepção. A mesma coisa pode acontecer conosco. Quando as coisas vão bem, nossas expectativas são grandes. Então vem o revés, e ficamos desencorajados.

Uma segunda coisa que causou a depressão de Elias foi seu fracasso em conseguir os resultados desejados. Depois de anos de fidelidade ao Senhor e depois da matança dos falsos profetas, nada tinha realmente mudado. Ou assim parecia. É extremamente desanimador trabalhar, trabalhar, trabalhar e mesmo assim não ver resultado positivo. Isto não é incomum. Noé, um pregador da justiça (2 Pedro 2:5), procurou salvar somente sua própria família. Jesus mesmo foi desprezado e rejeitado (Isaías 53:3; João 1:11). Muitos dos mais diligentes servos de Deus têm experimentado a frustração de ver os pequenos resultados de seu labor. Quando vemos pouco ou nenhum fruto de nossas atividades no serviço do Senhor, precisamos ser pacientes (Gálatas 6:9) e confiar em que a colheita virá (1 Coríntios 15:58). Terceira coisa, Elias estava desanimado porque aqueles que deveriam estar servindo o Senhor se esqueciam dele. Acabe e Jezabel deveriam ter sido os guias espirituais daquela nação. A conduta deles era desmoralizante. Para nós, poem ser os irmãos que nos desapontam. A oposição do mundo não surpreende, mas quando vemos aqueles que declaram estar servindo o Senhor voltar suas costas a ele, isto se torna mais do que podemos suportar. Isto não é um problema novo. Josué e Calebe ficaram virtualmente sós (Números 14). Num momento crítico em sua vida, Paulo foi abandonado por todos os irmãos (2 Timóteo 4:16). Precisamos continuar servindo a Deus, independente da resposta dos outros (Habacuque 3:17-18).

Uma quarta causa do desencorajamento de Elias foi a comiseração de si mesmo. Ele estava sentindo pena de si mesmo. Ele sentia que estava só, que todos os outros tinham abandonado o Senhor. É difícil ficar deprimido quando se está fixo na obra do Senhor, mas quando se está pensando principalmente em si mesmo, o desânimo quase sempre acontece.

A culpa era uma causa final da depressão de Elias. Ele tinha abandonado sua responsabilidade e agido sem a orientação de Deus. Ele sabia que estava errado porque estava na defensiva quando o Senhor falou com ele. Precisava de perdão e necessitava voltar ao seu posto de serviço. A culpa freqüentemente produz depressão. Algumas vezes, quando estamos abatidos, não precisamos simplesmente arranjar um modo de sentir melhor, mas precisamos de arrepender.
A pergunta de Deus
O Senhor veio a Elias duas vezes e perguntou: "Que fazes aqui, Elias?" (1 Reis 19:9, 13). Aqui estava um homem bom e justo que tinha caído. Como Deus lidaria com ele? Deus não ficou aborrecido ou desistiu dele. Por outro lado, Deus também não o mimou. O Senhor desafiou-o diretamente, ajudando-o a superar seu desânimo, e reassumir seu serviço fiel. É encorajador perceber que Deus cuida de seus servos fracos e decaídos, e que ele trabalha para encorajá-los e restaurá-los. É também bom ver o modelo do Senhor quando procuramos ajudar a reerguer nossos irmãos quando se tornam abatidos. Não devemos abandoná-los com desprezo, mas também não devemos só tentar fazê-los se sentir melhor. Precisamos desafiá-los e ajudá-los a se levantar novamente na obra do Senhor.
Curas
Quando o Senhor visitou Elias na montanha e perguntou o que ele estava fazendo ali, Deus lhe disse para sair "e põe-te neste monte perante o SENHOR." Deus mostrou a Elias um vento grande e forte que quebrou as rochas da montanha em pedaços, depois revelou um terremoto e depois um fogo. Cada um deles demonstrava o poder de Deus, algo que Elias precisava ver urgentemente. Ele precisava de mais confiança no Senhor; precisava ver quem estava ao seu lado. Mas, surpreendentemente, o Senhor não estava no vento, nem no terremoto, nem no fogo. Por fim, Elias ouviu um sopro suave e ali estava o Senhor! A lição parece ser que precisamos confiar no Senhor até mesmo quando não vemos nada dramático. Deus pode trabalhar quieto, por meios pequenos e aparentemente insignificantes. Precisamos deixar mais nas mãos de Deus e não esperar que ele sempre opere de uma maneira dinâmica e impressionante. Elias estava esperando um vento, um terremoto e um fogo, mas o Senhor estava num som soprado suavemente. Em tempos de desencorajamento, confiemos no Senhor, esteja ele agindo sensacionalmente ou imperceptivelmente.

Deus deu a Elias uma tarefa para cumprir. Ele lhe disse que ungisse Azael como rei sobre a Síria e Jeú como rei de Israel, e Eliseu como seu próprio sucessor. Elias precisava apressar-se; sua inatividade lhe havia dado simplesmente mais tempo para se lamentar. Dificilmente, ficamos deprimidos quando estamos ativos. Mas quando nos sentamos e remoemos um pensamento, então ficamos desanimados.

Finalmente, o Senhor falou a Elias sobre os 7000 que jamais haviam se prostrado diante de Baal. Elias não tinha percebido aqueles que eram os verdadeiros servos do Senhor. Ele nunca tinha observado que não era realmente o único restante. Quando estamos desencorajados, nossa tendência é pensar que tudo e todos estão contra nós. Precisamos reconhecer as coisas boas como as más. Conquanto nossa tendência possa ser nos retirarmos daqueles que nos elevariam, os momentos de depressão são, muitas vezes, os próprios momentos em que precisamos mais da amizade de nossos irmãos. Posso não estar com vontade de ir à igreja, ou passar algum tempo com um irmão cristão, mas se eu fizer isso vou me sentir reanimado.
Aplicação
Os cristãos ficam, às vezes, desanimados. Nesses momentos precisamos voltar-nos para o Senhor e permitir que ele nos ajude a superar a depressão, para que não nos enfraqueçamos e nos afastemos dele. E para nós, como para Elias, as soluções são relativamente simples. Precisamos de mais confiança no Senhor, até mesmo quando não o observamos operando de modos dramáticos. Precisamos nos levantar e nos ocupar, deixando de pensar em nós mesmos. E precisamos ver o bem à volta de nós e passar mais tempo com nossos irmãos.
- por Gary Fisher

sábado, 10 de setembro de 2011

O grande mal da ansiedade

Mateus – 6 – 25 : 25 A palavra ansiedade, na língua grega, significa estrangulamento. A ansiedade nos tira o oxigênio, corta o nosso fôlego e nos asfixia. Ela rouba nossas forças, embaça nossos olhos e tira de nós a perspectiva do futuro. A ansiedade é um mal que atinge a todos, pobres e ricos, doutores e analfabetos, homens e mulheres, adultos e crianças. A pressão da vida moderna, a falta de comunicação no lar, o isolamento das pessoas e a ausência da comunhão com Deus abrem a porta para a ansiedade.
Jesus nos alerta a não vivermos ansiosos com respeito ao dia de amanhã, quanto ao que havemos de comer, beber ou vestir (Mt 6.25). Não administramos o futuro, por isso não podemos sofrer por alguma coisa que ainda está para acontecer. A ansiedade é inútil, pois além de não nos ajudar a resolver o problema amanhã, ela nos enfraquece hoje. A ansiedade é incoerente, pois muitas vezes sofremos hoje por algo que jamais vai acontecer. E se tivermos de enfrentar um problema, a ansiedade nos leva a sofrer duas vezes, pois sofremos antes e quando o problema chega, vamos ter que encará-lo novamente. A ansiedade é um ato de incredulidade. Ficamos ansiosos porque duvidamos que Deus é poderoso e suficiente para cuidar da nossa vida. Onde a ansiedade se instala, a fé não tem mais espaço.
Jesus nos ensina que a criação de Deus é um antídoto contra a ansiedade. Os pássaros não semeiam, não colhem nem ajuntam em celeiros, mas Deus os alimenta. Os lírios do campo se vestem garbosamente e eles não trabalham nem fiam, no entanto nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como eles (Mt 6.28,29). O apóstolo Paulo diz que não devemos ficar ansiosos por coisa alguma, antes devemos apresentar a Deus em oração nossas necessidades (Fp 4.6). O apóstolo Pedro diz que devemos lançar sobre o Senhor toda a nossa ansiedade porque ele tem cuidado de nós (1 Pe 5.7).
Davi nos ensina a receita para a cura da ansiedade. Ele diz que devemos nos agradar de Deus, sabendo que ele é poderoso para satisfazer os desejos do nosso coração (Sl 37.4). Temos que ter a coragem de entregar nosso caminho ao Senhor, confiar e descansar nele, sabendo que ele tudo fará por nós (Sl 37.5,7). O mesmo Deus que está na sala de comando do universo também dirige a nossa vida. Nossas crises não o apanham de surpresa. Ele conhece nossas necessidades antes mesmo que as apresentemos a ele. Nós valemos mais que as aves do céu e os lírios do campo. Ele jamais vai desistir de completar sua obra em nós. Se ele nos permite passar por situações difíceis isso não significa ausência de amor nem falta de cuidado, mas ação pedagógica para esculpir em nós o caráter de Cristo. Deus está trabalhando em nós e nos transformando de glória em glória para refletirmos a imagem do seu Filho. Todas as coisas que se nos vêm são trabalhadas pela providência divina para o nosso bem último e maior (Rm 8.28).
Não deixe seu coração ficar prisioneiro da ansiedade. A Bíblia diz que “a ansiedade no coração do homem o abate” (Pv 12.25), mas “o ânimo sereno é a vida do corpo” (Pv 14.30). Diz a Escritura: “O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos” (Pv 17.22). Descanse em Deus. Tire os seus olhos das circunstâncias e ponha-os naquele que está acima e no controle das circunstâncias. Não entre na caverna da depressão, mas diga à sua própria alma: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Sl 42.11).
Pastor: Izaias Theodoro

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Aprendendo com os momentos de depressão e crises existenciais


1 Reis 19.1-13
Introdução
O v.1 deste capitulo chama a nossa atenção para fatos ocorridos anteriormente os quais tiveram Elias como seu protagonista.
Mas que fatos foram estes? Quais foram os feitos de Elias que Acabe repassou para sua esposa Jezabel?
Se dermos uma olhada no capitulo anterior (cap.18), veremos que Elias, em nome do Senhor, realizou coisas impressionantes.
- Desafiou o rei Acabe e confrontou os pecados cometidos por ele e toda a sua dinastia.
- Conclamou toda a nação de Israel a se definir diante do Senhor; a sair de cima do muro, a deixarem de viver uma duplicidade religiosa (1 Reis 18.21).
- Fez uma proposta desafiadora aos 450 profetas de baal e aos 400 profetas de Asera/pôster-ídolo.
- Orou e o Senhor respondeu com fogo confirmando o seu poder exclusivo acima de todos os deuses fabricados pelo homem.
- Exterminou todos os profetas de baal.
- Orou e o Senhor respondeu mandando chuva depois de 3 anos e meio de seca.
Em resumo, no cap. 18 nós vemos um Elias que em nome do Senhor estava fazendo e acontecendo, um Elias no auge, no topo da vida espiritual.
De repente, no capítulo seguinte, o mesmo escritor fala de um Elias temeroso, cansado da vida, buscando um isolamento, um Elias depressivo desejando para si aquilo que o ser humano mais repugna… Desejando para si a morte.
Parece até que o escritor está falando de dois homens distintos, mas, na verdade, os dois capítulos tratam de um mesmo homem vivendo dois momentos distintos na sua caminhada de fé: um momento de auge e euforia espiritual, e um momento de depressão e crise existencial.
Que lições podemos aprender com esse momento de depressão e crise existencial vivenciado pelo profeta Elias em nossa caminhada de fé?
1. O Senhor não nos desumaniza
No cap. 5.16 da carta de Tiago está escrito: “A oração de um justo é poderosa e eficaz”. Para ilustrar essa declaração acerca da eficácia da oração feita por um justo, Tiago busca um exemplo no Antigo Testamento. No v.17 do mesmo capítulo diz: “Elias era homem sujeito as mesmas paixões que nós”…
Amados, que Elias era homem isso era óbvio. Mas, por que Tiago fez questão de enfatizar esta verdade tão óbvia?
Não temos certeza dos motivos que o levou a enfatizar a humanidade de Elias. Mas, o que ele deixou claro é que o fato de sermos homens de Deus, homens de fé, de orarmos e as coisas acontecerem, não elimina a nossa humanidade.
Em 1 Rs 19 nós temos uma ilustração clara daquilo que Tiago declarou acerca do profeta. Nós temos um Elias ameaçado de morte por uma mulher que, do ponto de vista humano, tinha autoridade e poder para matá-lo.
Nós vemos também que essa ameaça desencadeou uma crise na vida do grande profeta de Deus.
Eu convido vocês a analisarem comigo todo processo da crise de Elias.
v. 3 – sentiu medo e fugiu com o propósito de salvar a própria vida.
v. 3c, 4a – buscou isola-se de tudo e de todos. Ele não queria ver nem ouvir ninguém. Desejou para si a morte v.4.
Amados, não precisamos ser excelentes psicólogos para sabermos que fuga, isolamento e desejo de morrer são sintomas claros de um estado depressivo.
O grande profeta Elias fugiu, isolou-se e desejou morrer, em outras palavras, Elias entrou num processo de depressão. Coitado de Elias se vivesse em nossos dias!!!
Tem muita gente que pensa que depressão não é coisa de crente. Esse mal entendimento da fé cristã tem levado muitos a entrarem “em crise porque estão em crise”. Muitos crentes vivem em crise porque estão em crise. Será que eu sou crente mesmo? Se sou por que estou tão depressivo?
Amados irmãos, a presença do Espírito Santo em nós não nos desumaniza. Deus em nós não nos torna uma coisa fria, sem vida e destituída de sentimentos…, também não nos torna semi-deuses.
Crente é gente, tem sentimentos, tem emoções, tem lágrimas e se abate com as pressões da vida. Sofre pressões com os problemas familiares, matrimoniais, de sobrevivência,… vividos dentro da igreja, com doenças crônicas ou até mesmo incuráveis dentro da família, com perdas repentinas de entes queridos, vive crises existenciais: a vida perde o seu sabor, a sua razão de ser.
Devido às várias e variadas pressões vivenciadas é possível que cheguemos a nos desesperar da vida. (2 Co 1.8).
Isso acontece porque o Senhor não nos desumaniza. De sorte amados, que assim como Elias, é possível que cheguemos ao ponto de desistirmos da vida,… De nós mesmos.
Mas a segunda lição que podemos aprender com essa experiência de Elias é que em nossa caminhada de fé…
2. O Senhor não desiste de nós, mesmo quando já desistimos de nós mesmos. V.5-7
Elias já havia desistido da vida e de si mesmo. Mas o que ele não sabia era que o Senhor não tinha desistido dele, nem estava alheio ao seu momento de crise.
Ele foi ao seu encontro a fim de reanimá-lo: levanta-te e come… v.5.
Elias estava tão desanimado com tudo que estava se passando na sua vida, que mesmo tendo se alimentado, voltou a dormir e a aguardar que o Senhor colocasse um ponto-final na sua vida. No entanto, queridos, o Senhor não só foi ao seu encontro, mas insistiu em ir ao seu encontro v.7.
Meu amado irmão e ouvinte, eu não sei o nível da crise que você está vivendo hoje, individualmente ou coletivamente como igreja de Deus.
Eu também não sei se as pressões que você têm sofrido na família, no casamento, na igreja, na sociedade, que tem levado você a um estado depressivo, a um desejo enorme de parar, de desistir da vida ou de si mesmo.
A única coisa que posso lhe assegurar é que mesmo que você já tenha desistido de si mesmo, saiba que o Senhor não desistiu de você.
Com base na experiência de Elias nós percebemos que o Senhor não só nos incentiva a prosseguir, mas também nos dá a graça e as condições necessárias para prosseguirmos. V.8.
Com a força daquela comida, Elias caminhou mais de 300 km, essa era a distância de Berseba ao monte Horebe/Sinai.
Uma refeição normal não capacitaria Elias há nem dois dias no deserto. Isso mostra que para a sua jornada Elias contou com força sobrenatural do Senhor.
Portanto, amado irmão e ouvinte, não diga: “Eu não quero continuar mais, não consigo”. Busque no Senhor a graça e a força necessária para continuar.
Uma terceira lição que podemos aprender com a experiência de Elias nesse texto é que em nossa caminhada de fé…
3. O Senhor sabe nos abordar de acordo com o momento que estamos vivendo v.11,12
Vento forte, terremoto e fogo são elementos da natureza que Deus emprega para revelar-se, manifestar-se ao homem.
Ele revelou-se a Moisés do meio da sarça ardente; quando Moisés estava recebendo a lei no Sinai o monte tremia e fumegava;
A revelação da ira de Deus no livro de Apocalipse se dá através de terremotos, fogo e trovões.
Há momentos nas nossas vidas em que precisamos de umas sacudidas divinas e para isso ele emprega vento forte, terremoto e fogo.
Por outro lado, há momentos em que precisamos do aconchego e do seu abraço acolhedor e para isso ele usa o murmúrio de uma brisa suave.
Ele sabe nos abordar de acordo com o momento que estamos vivendo.
Para religiosos, cheios de si, confiantes na sua ascendência nobre, Ele usou João Batista para dizer: “Raça de víboras! Quem vos ensinou fugir da ira vindoura? Produzi frutos dignos de arrependimento. Mt 3.7b, 8 . Aqui Ele empregou vento forte, terremoto e fogo.
Mas, para uma multidão sofrida, oprimida pelo pesado jugo imposto pelos religiosos de Israel, Ele disse: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. Aqui Ele empregou o murmúrio de uma brisa suave.
Ele sabe como nos abordar!
Ele sabia que Elias estava em crise, desanimado, cansado da vida e desejoso de parar. Sabedor da situação do seu servo, o Senhor não revelou-se no vento forte, nem no terremoto, nem no fogo, mas numa brisa calma e suave.
Meu amado irmão, como está o seu estado de espírito? Está em crise? Está angustiado? Está desanimado? Está sentindo que as pressões na sua vida já estão no limite do suportável?
Saia da caverna, saia do seu isolamento e fique na expectativa do murmúrio da brisa calma e suave do Senhor.
Conclusão
Gostaria de concluir chamando a sua atenção para a última frase dos VS 9,13.
Em várias situações da vida, o Senhor faz perguntas óbvias, não porque Ele desconhece os fatos, mas porque Ele quer nos ouvir.
- No Éden, Ele questionou Adão: Onde estás? Ele sabia… mas queria ouvir o que Adão tinha a dizer.
- Fora do Éden ele questionou o fratricida Caim: Onde está Abel, teu irmão? Ele sabia que Caim havia assassinado o seu irmão, mas queria ouvir a sua confissão.
- Ele questionou Jacó, homem possuidor de uma deficiência de caráter: Qual é o teu nome? O anjo sabia… mas ele queria ouvir a sua confissão.
Nesse texto Ele questionou Elias: Que fazes aqui, Elias?
Ele sabia o que Elias estava passando, Ele estava a par do seu estado depressivo, Ele sabia do seu profundo desejo de encerrar a sua jornada; Ele sabia também o porquê da sua crise. Mas mesmo assim Ele perguntou, porque queria ouvi-lo.
Amados, o Senhor conhece as nossas crises, Ele conhece o nosso desânimo, como também as causas do que estamos vivendo… mas mesmo assim, Ele quer nos ouvir, Ele quer que coloquemos pra fora o que está entalado na garganta.
E foi exatamente isto o que Elias fez, apesar de que, tudo o que ele disse, o Senhor já sabia v.10.
Portanto abra seu coração; Ele quer te ouvir.
Por Paulo César Nunes do Nascimento

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sorria! Vale a pena



Um jeito muitíssimo simples de causar uma péssima impressão é a cara amarrada, uma demonstração de mau humor e de poucos amigos.
O sorriso é o jeito de causar uma boa impressão inicial. A primeira imagem que as pessoas fazem de nós pode determinar o que elas pensarão de nós pelo resto da vida.
Ações falam mais alto que palavras e um sorriso sincero contêm a seguinte mensagem: “Gosto de você”. “Você me faz feliz”. “Estou satisfeito por vê-lo”.
O Sorriso insincero não engana ninguém. Nós percebemos quando ele é mecânico. Entre sorrir assim, é melhor não sorrir.
O diretor de recrutamento de uma loja em Nova York declarou que prefere contratar para vendedora uma jovem que não concluiu o seu curso primário, mas que tenha um sorriso amável, a contratar uma doutora em filosofia que tenha uma fisionomia carrancuda. O efeito do sorriso é poderoso, e ele pode ser transmitido pela voz, por isso as companhias de tele-marketing contratam pessoas que sabem sorrir, mesmo a venda sendo feita por telefone.
Dificilmente uma pessoa consegue êxito no que faz se não tiver graça e saber sorrir.
Você deve sentir prazer ao encontrar pessoas que você sabe sentirem grande prazer em vê-lo.

Portanto, obrigue-se a sorrir! Eis algumas dicas:

1) Olhe-se no espelho pela manhã e dê uma ordem clara: “fulano, hoje você vai sorrir”;
2) Comece o dia dando um sorridente bom dia para as pessoas;
3) Mantenha um sorriso discreto nos lábios;
4) Você vai verificar que as pessoas passarão a sorrir para você;
5) Sinta prazer em sorrir. Cantarole uma música ou assobie uma canção. Haja como se fosse feliz. Não espere ser feliz para sorrir. Todos buscam felicidade no mundo e existe um caminho certo para encontrá-la, é pelo controle dos seus pensamentos. A felicidade não depende de condições externas, depende de condições internas;
6) Não é o que você tem, ou quem você é, ou onde você está ou o que você está fazendo que o torna feliz ou infeliz. É o que você pensa sobre isso.
07. O seu sorriso é o mensageiro de suas boas intenções, pois ilumina a vida de todo aquele que o vê. O seu sorriso é como um raio de sol passando por entre as nuvens.
08. Um sorriso pode fazê-lo perceber que nem tudo está perdido, que ainda existe alegria neste mundo, e é isso o que as pessoas estão procurando.

Um grande sorriso.

Pastor Romeu Jr.

sábado, 21 de maio de 2011

Basta


A vida é feita de mutações. A Bíblia diz que “para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu” (Ec 3.1). Chega um tempo em nossa vida em que temos de tomar decisões radicais, muitas vezes provocadoras de dores, tristezas e perca de prazeres; situações tais que podem nos levar a um grito de raiva pela determinação da mudança. Mas não devemos hesitar em mudar quando se faz necessário.

Há situações quando a melhor decisão a ser tomada é dizer ‘BASTA!’. Isso me faz lembrar do que Deus disse para Moisés. Ele foi o maior legislador de Israel, sendo o líder libertador e aquele que guiou o povo de Israel (cerca de três milhões de pessoas) pelo deserto, desde o Egito até às margens do rio Jordão à entrada da Terra Prometida - Canaã. Mas, quando ele pediu a Deus para entrar e ver a boa terra, Deus se irou contra ele e não lhe permitiu o que foi pedido, isso porque Moisés havia desobedecido ao Senhor diante do povo (Dt 3.23-29).

Para nós também chega a hora de dizer BASTA, para hábitos, circunstâncias e pessoas. Nesses dias estou vivendo isso. Estou dizendo BASTA para situações e pessoas. Isso nem sempre envolve coisas erradas, mas tem vontades, opiniões e comportamentos que devem ser levados em conta pela gente. O apóstolo Paulo disse: “Por amor de ti (Cristo) enfrentamos a morte todos os dias...” (Rm 8.36). Em outras palavras, todo dia era dia de morte para Paulo. Naqueles dias havia motivos políticos e religiosos que levavam a isso literalmente, além das razões espirituais e morais da vida cristã.

A Bíblia diz: “Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros do corpo de vocês a ele, como instrumentos de justiça” (Rm 6.13). Fica claro nessa passagem e em tantas outras, que somos responsáveis por nosso comportamento. Temos a decisão de oferecer nossa vida para o pecado ou para Deus. Oferecer-se a Deus é o que devemos fazer. Outra passagem bíblica diz algo semelhante: “Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria. É por causa dessas coisas que vem a ira de Deus sobre os que vivem na desobediência, as quais vocês praticaram no passado, quando costumavam viver nelas. Mas agora, abandonem todas estas coisas: ira, indignação, maldade, maledicência e linguagem indecente no falar. Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador” (Cl 3.5-10).

Hoje também precisamos morrer para muitas coisas. Eu classificaria o dia de ontem para mim, como um dia de morte. E preciso lembrar que isso não é questão de um dia apenas, mas de cada dia. Os motivos para a morte podem variar, mas não a disposição para morrer. “Jesus dizia a todos: Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me” (Lc 9.23).

Esta semana, uma frase do conceituado evangelista americano D. L. Moody tem falado muito ao meu coração: “Caráter é o que o homem é no escuro”. A pessoa é, o que ela é, de dentro para fora. Quando estamos sozinhos ou durante o nosso tempo livre, é quando geralmente mais somos provados a revelar quem de fato somos. Parafraseando o apóstolo Paulo, eu digo que devemos ter uma consciência tranqüila diante de Deus e dos homens.

Para o que você precisa dizer: BASTA!?

Que Deus nos abençoe
Antônio Francisco

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Como encontrar a verdadeira paz?


”Deixo-lhes a paz, a minha paz lhes dou; não a dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem tenham medo.” João 14: 27

Em um mundo onde só se ouve falar de guerras, guerras e mais guerras, fica difícil imaginar a paz nestes últimos tempos. Mas a paz que me refiro no titulo não se refere à paz no sentido contrario a violência e guerras, mas sim no sentido de estado de espírito.
Há duas “paz” no mundo, pois Jesus estava oferecendo uma paz, dizendo que ela era diferente da paz do mundo. Hoje em dia a palavra mais comum que se ouve a tal da depressão, ninguém mas consegue encontrar paz, alegria de viver, pois a única paz que encontram é a que o mundo dá.
Paz no dicionário tem como significado, tranquilidade, calma, sossego, ou seja, a paz está ligada a felicidade, coisa que nesse mundo competitivo está escasso. As pessoas procuram paz em vários lugares, porém a paz ela não é encontrada em uma esquina ou em lazer, paz não é ter um carro novo na garagem, ou qualquer outra coisa, ou melhor, está é a paz que o mundo oferece, uma paz fajuta e passageira. A paz que o mundo oferece ela precisa usar armas de guerra. Parece paradoxo isso né? Para se conseguir paz no mundo hoje e necessário primeiro a guerra, ou a violência. Para se ter a paz que o mundo oferece, você precisa passar por cima de outros, você precisa ser egoísta, e o principal, a paz deste mundo depende das circunstâncias e do espaço geográfico que você vive. Essa é a paz do mundo.
Mas como eu falei Jesus deixou outra paz, como disse antes, paz não são coisas, nem lugares, paz é o estado de espirito que a pessoa vive, e aí meu querido no espirito só Deus pode tocar, ou seja, a verdadeira paz e felicidade só se tem no único e verdadeiro Deus Jesus Cristo. A paz que Jesus tem pra nós não precisa de um lugar especial, não precisa de objetos e nem dinheiro. A paz de Jesus ela se apresenta até nos piores lugares, você pode não ter uma casa boa, o carro do ano, ou ser um cara viajado, mas se você tiver Jesus em seu coração, então receba a paz que o mundo não tem.
Ainda que você esteja em um lugar de sequidão, tenha paz, se você esta no centro da vontade de Deus, pode ter certeza que é aí mesmo que Deus vai te dar a vitória. Deus levou Ezequiel até um vale de ossos secos para realizar um grande feito, reerguendo um exército. Paulo viveu quase a vida inteira sendo perseguido, mas nunca perdeu a paz. As maiores maravilhas que já aconteceram foi no deserto, sob a liderança de Moisés. No momento que entendermos e aprendermos a viver em paz com aquilo que temos aí então seremos realmente feliz. Não estou dizendo que não devamos almejar coisas, mas temos que aprender a valorizar o que temos. Se você me disser que não tem nada, eu te digo que se você aceitou a Jesus você tem o maior motivo para ter a verdadeira paz, sabe por quê? Porque você irá viver o resto da eternidade no paraíso ao lado de Jesus, e lá sim não irá nos faltar nada. Quer mais motivo para se alegrar que isso?
Esses tempo alguém comentou comigo, que achava que Deus tinha sido injusto com ela, porque não podia ter filhos, por isso ela preferia ignorar Deus. Então eu respondi que Jesus deu sua vida na cruz, foi humilhado, açoitado, teve a pior morte que um podia ter, e vai querer me dizer que Deus foi injusto com ela. Você acha que foi pouco Jesus deixar sua glória, para sofrer o que sofreu? E tudo isso para que apenas pudéssemos ter uma casa boa, dinheiro, carro, ou até mesmo nos dar um filho? Ia ser muito sofrimento para tão pouca coisa. Mas não, Jesus veio a esse mundo para que você pudesse ser salvo, apenas porque ele quer que você viva a eternidade toda ao seu lado. Isso é o motivo da minha paz, sabe que vou passar a eternidade toda ao lado do meu Jesus. Nós estávamos todos condenados ao inferno, mas através da cruz de jesus temos a salvação. Tem gente milionária que vive hoje numa aparente paz, mas se não aceitar a Jesus como salvador, vai ser atormentado o resto da eternidade.
Anos atrás ouvi um testemunho da cantora Lydia Moises, que em um acidente, após ficar 35 dias na UTI teve que tirar toda a sensibilidade do braço, pela imensa dor que sentia. Enquanto contava seu testemunhou, disse que apesar de crer que seu braço irá voltar a mover-se, sua fé não dependia disso, pois Jesus era maior que isso. Vi também em seu último DVD Desfio uma música em tinha uma linda coreografia onde todos os participantes eram surdos e mudos, um dos componentes na língua de sinais disse que amava adorar a Deus, mesmo não podendo falar e ouvir. Tenho muitos outros exemplos de pessoas que tinha tudo pra serem as mais infelizes do mundo, testemunhando da paz que vivem por conhecerem a Jesus. Injustiça é o ser humano negar a Deus e rejeita-lo.
Por isso Jesus disse que ele deixava uma paz diferente, uma paz que não se depende de coisas concretas. No momento que você entender a paz de Jesus, as demais coisa virão automaticamente em sua vida, não é errado sonharmos, o problemas é quando esses sonhos extrapolam e ficam com mais prioridade na sua vida do que Jesus.
Receba a paz de Jesus, foi por amor que ele fez isso, seja feliz nesta terra, não pelas bênçãos que Deus irá te dar, mas pela salvação que ele já te deu no momento que você aceitou Jesus. E se você não aceitou está esperando o que para aceita-lo e experimentar uma paz que você nunca vai descobrir neste mundo.
Por Maicon oliveira

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Somente o arrependimento pode nos conduzir a algum lugar

Deus procura verdadeiros adoradores, aqueles que os buscam em espírito e em verdade, Deus não se manifesta ao povo que só busca Seus benefícios, mas aos que buscam Sua face, aos que verdadeiramente arrependem de seus erros e não os cometem mais. Não importa o que você fez no passado e o que pode ter feito neste instante, somente o arrependimento vai te levar a algum lugar com Deus, só assim Ele vai tornar a Sua visitação em avivamento permanente. Deus quer que o avivamento d'Ele seja tão real na sua vida como Ele é desde a fundação do mundo.  Quando há arrependimento o avivamento e a visitação do Senhor permanece para sempre e não apenas "momentos" passageiros. Deus quer te guiar sob Suas vistas, para isto precisa estar perto d'Ele, querer o que Ele pode fazer e obter do Seu favor, Sua presença, Sua manifestação. Quanto mais arrependimento (morte) mais próximo de Deus poderá chegar. O objetivo de Deus sempre foi a íntima comunhão com o homem, a coroa de Sua criação. No entanto, o pecado fez com que esta comunhão se tornasse mortífera. Deus não pode aproximar-Se da carne, porque ela exala o cheiro do mundo. Para que Ele chegue perto, a carne tem que morrer. Então, quando clamarmos para que o Senhor se aproxime, Ele o fará, mas nos dirá: "Não posso chegar mais perto, porque sua carne seria destruída. Quero que você compreenda que se sua carne morrer, poderei aproximar-Me mais."
"É por isso que o arrependimento e o quebrantamento -o equivalente a morte no Novo Testamento - traz a presença manifesta de Deus tão perto. Mas queremos evitar o arrependimento, porque não gostamos de sentir o cheiro da morte. Definitivamente, não é um odor agradável. Não atrai os sentidos do homem, mas é agradável a Deus porque é o sinal de que Ele pode aproximar-Se daqueles que ama. Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos por pai a Abrão; porque eu vos digo que até destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abrão."  Lucas 3:8

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